"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Música

Helder Bruno

Helder Bruno leva o seu novo espetáculo "A  Presença, serena e terna" até à Figueira da Foz.

26 Nov   |  21h30

Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz
Rua Abade Pedro, 3080-084 Figueira da Foz

 

Dificilmente se encontrará alguém com tantas histórias dentro da sua própria história e com tão larga  experiência  em  áreas  tão  diversas.  Ouvi-lo falar sobre  as  coisas  da  vida  é  cativante e apaixonante.  Profundo mas simples,  amável  e  de  uma  simpatia  enternecedora,  a  sua serenidade contagia e relaxa. É  sensível  e humano. As pessoas que o conhecem falam dele abertamente: o facebook não o esconde. É alguém que se admira facilmente.

Foi vereador de vários pelouros na Lousã durante 7 anos, é investigador científico do INETmd -polo da Universidade de Aveiro e bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia; é co-coordenador da pós graduação em Gestão das Indústrias da Cultura e do Turismo da Coimbra Business  School/ISCAC;  publicou  o  seu  primeiro  livro há  10 anos  - Jazz em Portugal, 1920-1956 (Almedina,  2006)  - que  resulta  da  sua  tese  de  mestrado  em  Ciências  Musicais sobre o fenómeno do Jazz em Portugal e a sua relação com o Estado Novo, apresentada na FLUC em 2005 (a primeira em Portugal nesta área de estudos); trabalhou em Moçambique durante 2 anos, desenvolveu projetos de consultoria tendo por base uma metodololgia de apoio à decisão de sua autoria (à qual chamou «Ecocracia»).

Até  ter  enveredado  pela  carreira  académica  desenvolveu  uma  atividade  performativa (enquanto  pianista)  bastante  intensa,  tendo-se  apresentado  com  vários  projetos  (da música improvisada, à música tradicional; do Jazz à música erudita). Nunca deixou de compor. E a este respeito,  para  além  das  canções  e  peças  musicais  para  várias  estéticas, merece  destaque especial a opereta "Lenda do Cervo e da Água". Renunciou ao mandato enquanto vereador da CMLousã em abril de 2016 e regressou à sua atividade enquanto investigador do INETmd-polo da  Universidade  de  Aveiro.  Em  simultâneo,  decidiu  avançar  com  a sua  atividade  artística: atualmente assume-se como compositor,  pianista  e  produtor  musical.  «A  Presença,  serena  e terna»  é  o  nome  do  espetáculo  por  si  concebido,  com  música  de  sua  autoria  para  piano, quarteto de cordas, soprano e fotografia exclusiva. O espetáculo está em digressão desde junho e  a  receção  do  público  tem  superado  as  melhores  expetativas.  No  dia 26  de  novembro, às 21h30,  será  a  vez  do  Centro  de  Artes  e  Espetáculos  da  Figueira  da  Foz  receber  «A Presença, serena e terna» de Helder Bruno. É dele que falamos.


O concerto, o espetáculo, a experiência

“A  Presença,  serena  e  terna” é  o nome do  espetáculo com música  original  de  Hélder Bruno, composta e orquestrada por si para piano, quarteto de cordas, soprano e que conta com a projeção de fotografias específicas e exclusivas. O modo de vida atual retira-nos a capacidade de estarmos e de nos sentirmos presentes. Conscientes da nossa dimensão humana. O ruído do quotidiano  invade  as  nossas  existências  e  retira-nos  a capacidade  de  sentir.  Sentir, verdadeiramente. Sentir, a sério. Este espetáculo tem essa  pretensão:  a de criar um canal de religação com esses (cada vez menos e menores) redutos de humanismo e de “humanidade”.

A  música  e  a  imagem  especificas  para  cada  uma das  peças  permitirá  estabelecer  essa (re)ligação com “A Presença, serena e terna”. A verdadeira presença. Em que no presente – ali e agora – se consubstancia a eternidade. O ruído é abafado. De forma simples e sem magia. A serenidade e a ternura transmitem o conforto que se alcança em momentos de simplicidade, de entrega desinteressada e grata ao momento. É este o estádio da verdadeira existência, da existência sublime.

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