"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Colóquios, Conferências e Debates

Conversa com Pedro Calapez, Fernando Rosa Dias e Raquel Henriques da Silva

A decorrer no âmbito da exposição NIKIAS SKAPINAKIS – Antologia de Guaches 1950-2018.

12 Jul   |  18h30

Fundação Carmona e Costa
R. Soeiro Pereira Gomes 1, 1600 Lisboa

Nikias Skapinakis, de ascendência grega, nasceu em Lisboa em 1931. Frequentou o curso de arquitetura, que abandonou para se dedicar à pintura, atividade que manteve regularmente até ao presente. Começou por expor em 1948, nas Exposições Gerais de Artes Plásticas e, desde então, realizou inúmeras exposições individuais e participou em diversas exposições coletivas, em Portugal e no estrangeiro. Além da pintura a óleo (a sua atividade dominante), dedicou-se à litografia, serigrafia e ilustração de livros. Entre outras obras, ilustrou Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro (Bertrand, 1958) e Andamento Holandês, de Vitorino Nemésio (Imprensa Nacional, 1983). Em 1963 obteve a Bolsa Malhoa da Sociedade Nacional de Belas-Artes e em 1976 foi-lhe concedido um subsídio para investigação pela Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1985, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian mostrou uma exposição antológica da sua pintura, completada com uma retrospetiva da sua obra gráfica e guaches na Sociedade Nacional de Belas-Artes, no mesmo ano. Em 1990 foi-lhe atribuído o prémio AICA/SEC, instituído pela Associação Internacional dos Críticos de Arte e a Secretaria de Estado da Cultura. Em 1996, o Museu do Chiado organizou a exposição intitulada Para o Estudo da Melancolia em Portugal. Retrospectiva de Retratos, 1955-1974. Em 2000, o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves apresentou a exposição antológica Prospectiva 1966-2000. Em 2005 foi-lhe atribuído o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, instituído pela Câmara Municipal de Amarante, e realizou um painel em cerâmica para o Metropolitano de Lisboa. Em 2007 foi realizado para a televisão O Teatro dos Outros, um filme documental de Jorge Silva Melo sobre o conjunto da sua obra. Em 2009 realizou no Centro Cultural de Cascais a exposição Desenho a preto e branco e a cores, abrangendo a sua obra gráfica entre 1958 e 2009. Tem publicado textos de intervenção crítica em diversos jornais e revistas. Vive e trabalha em Lisboa.

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