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Música

"Flutua" – O single que marca o regresso de André Coruja

Depois de percorrer os palcos da América do Sul, América do Norte e da Europa apostou numa carreira a solo. Já em 2018 realizou uma série de concertos em Portugal, regressando em julho para nova ronda pelos palcos lusitanos.

12 Jul   |  23h30

Tokyo
Rua Nova do Carvalho 12, 1200 Lisboa
Preço
5.00€

13 Jul   |  21h30

FNAC do Alegro Alfragide
Preço
Entrada livre

14 Jul   |  21h30

FNAC Vasco da Gama
Preço
Entrada livre

“E agora eu sou do mar / não há parede pra se esconder / eu vejo a lua de qualquer lugar / Já sei nadar, e não sou nada”. É com um tom leve, e um ritmo alegre e viciante, que André Coruja regressa para junto do público português com “Flutua”. O músico, cantor e compositor brasileiro apresentou-se com o single “The Line”, revelando agora o segundo tema do primeiro disco a solo, “Two Trees”.

André navega por entre as influências amazónicas e a linguagem Folk Pop, possui uma formação musical invejável e já integrou diversos projetos musicais. 

André Coruja é um músico, cantor e compositor nascido em Macapá, estado do Amapá, sobre a Linha do Equador, corria o ano de 1984. Musicalmente falando, as suas criações transportam-nos para um universo onde as influências amazónicas se misturam com a linguagem Pop inerente ao continente europeu. Formado sob a égide da World Music da Amazónia, lançou-se ao mundo e dá passos firmes rumo a um futuro promissor.

André estudou guitarra clássica no Conservatório Carlos Gomes, trombone na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), participou na Oficina de Canto Popular da Escola de Música da UFPA e é aluno de Canto do Professor Pablo Rós. É também licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pela Universidade do Estado do Pará. Frequentou o módulo “Melodia” do curso de Songwriting, da Berklee College of Music. Iniciou, mas não concluiu, os estudos no Mestrado de Jazz (baixo elétrico) na Universidade de Évora, em Portugal, sendo já Mestre em Linguística pela Universidade do Estado do Mato Grosso.

Embora a vontade maior tenha sido sempre a de compor, foi enquanto baixista que surgiu a primeira grande aventura no mundo da música ao leme dos La Pupuña. O ano de 2004 foi também aquele em que foi finalista do Festival da Canção de Ourém, tendo posteriormente sido selecionado para a Mostra da Bienal de Arte e Cultura da UNE, em São Paulo. Ao longo da carreira integrou diversos projetos como cantor, baixista e/ou guitarrista. Além de La Pupuña, fez ainda parte das bandas Alvenar, O Meio do Mundo e Too Cold For July, integrou a digressão da banda Lucas Cesar Expedition e, ao lado de Lucas Imbiriba, formou a dupla Loveless Couchsurfers.

Entretanto chega 2016, o ano em que André apostaria tudo no primeiro disco a solo. Estávamos assim em setembro quando é editado o disco “Two Trees”, registo com canções em português e inglês. Com produção de Félix Robatto e participações de músicos brasileiros, alemães e italianos, este foi um marco muito importante na carreira de André Coruja.

No início de 2018 aterrou em Portugal, estando prevista nova viagem para o mês de Julho. Na bagagem trás “The Line” e “Flutua”, singles extraídos de “Two Trees”, primeiro trabalho a solo que apresentará novamente nos palcos lusitanos.
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