"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Literatura

Lançamento do Livro "Técnica e Civilização" de Lewis Mumford

Na Central Tejo, dia 15 de junho, pelas 18 horas

15 Jun   |  18h00

Central Tejo
Av. Brasília, 1300-598 Lisboa
Lisboa
Portugal
Preço
Entrada livre


Versão portuguesa
TRADUÇÃO Fernanda Barão e Isabel Fernandes
PREFÁCIO E ORGANIZAÇÃO Jorge Custódio

Assimilar a máquina é um meio de reduzir a sua omnipotência.

Técnica e Civilização (1934) é uma história da máquina e dos seus efeitos no mundo ocidental. Obra monumental e profética que acompanha a evolução da tecnologia, indaga que valores dela nasceram e examina o seu ascendente sobre o ser humano. Neste fresco histórico, Lewis Mumford lega-nos alguns dos seus maiores contributos teóricos: a ideia de que a invenção do relógio inaugurou a Era da Máquina; uma nova periodização das técnicas, na qual a máquina surge ora como instrumento útil, ora como agente da alienação; e uma célebre e pioneira cronologia de invenções. Nos meandros do progresso, Técnica e Civilização faz uma lúcida reflexão sobre a ambivalência da tecnologia: a derradeira responsabilidade pelo lugar da máquina na sociedade recai sobre nós. Compete-nos usá-la em nome da harmonia e do desenvolvimento da humanidade, em vez de criarmos um arsenal de autodestruição, para que não sejamos meras peças sobresselentes da sociedade capitalista e industrializada.

Lewis Mumford
Lúcido humanista e luminoso dissidente na marcha por vezes escura do progresso, Lewis Mumford (1895-1990) foi filósofo, historiador das técnicas e da cultura, sociólogo e analista do urbanismo contemporâneo. A sua obra multifacetada abrange mais de seis décadas, e a sua vida repartiu-se pelo estudo do pensamento utopista (História das Utopias, 1922), da evolução paranóica da sociedade industrial (The Myth of the Machine, 1967-70), das etapas essenciais da transformação humana (In the Name of Sanity, 1954, e The Transformations of Man, 1956) e das cidades (The Culture of Cities, 1938, e The City in History, 1961). Entre os anos 30 e 60, colaborou, como crítico e publicista, com a New Republic e a New Yorker, e leccionou na Universidade de Stanford, afirmando-se como teorizador generalista num meio em que dominavam já as especializações académicas. Autor comprometido e visionário num tempo em que a civilização perdera o rumo, defendia uma renovação do Homem, em nome do vital e do genuíno, e o recentramento do ser deslumbrado pela evolução tecnológica.

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