"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Teatro

"Prosopopeia" sobe ao palco do Teatro da Politécnica

Composição a cinco corpos. Pode ser uma melodia, um rizoma, um movimento, uma oratória. Uma sequência de monólogos, na qual cada corpo que se presta a ser individualmente observado, ouvido, detectado, interpretado, percepcionado, disserta sobre as mesmas ideias - como num ciclo ao qual não poderá inevitavelmente escapar.

28 Jun a30 Jun

Teatro da Politécnica
Rua da Escola Politécnica, 56, 1250-102 Lisboa


«Não penses que eu entendo. Todo esse sonho vão de ser. Não de agir, mas de ser, de estar! De estar desperta, consciente, a cada instante. E ao mesmo tempo esse abismo entre o que tu és aos olhos dos outros e o que és em relação a ti. Essa sensação de vertigem e esse desejo ardente de revelação... Ser finalmente compreendida, revelada, diminuída, talvez mesmo aniquilada.» - Persona, Ingmar Bergman

Ficha técnica 
Texto e encenação | Pedro Baptista
Com | Ana Valente, Elena Rudakova, Francisco Sousa e Mário Coelho 
Desenho de luz | Manuel Abrantes
Fotografias | Alípio Padilha

Horário: Quinta e sexta às 21h, sábado às 16h e às 21h

Curricula 

Ana Valente
Nasceu em Aveiro, a 5 de junho de 1994. Em 2012 completa o curso profissional de Interpretação pelo Conservatório da Jobra. No mesmo ano participa no espetáculo JOANE da companhia VOADORA. Em 2015 participa no espetáculo Peça romântica para um teatro fechado de Tiago Rodrigues, sendo uma encenação coletiva independente. No mesmo ano completa a Licenciatura em Teatro, ramo de Atores, na Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 2016 termina um estágio profissionalmente no TNDM II, onde integrou vários espetáculos tais como Ifigénia, Agamémnon, Electra de Tiago Rodrigues; Boca Aberta de Catarina Requeijo; Os doze pares de França de João Pedro Vaz; Visita Escocesa de Miguel Fragata e Inês Barahona; entre outros. Em 2017 participa em MARCHA INVENCÍVEL, um espetáculo d'OS POSSESSOS, encenado por João Pedro Mamede. Em 2018 integra o espetáculo finado de Mário Coelho.

Elena Rudakova 
Licenciou-se em 2015, no ramo Teatro-Atores, na Escola Superior de Teatro e Cinema, com o projeto final Os Condenados, sob direção de Carlos J. Pessoa, no Teatro Nacional de D. Maria II. Iniciou a sua formação como atriz participando nos Forum de ANTA e tirando o curso de Artes Cénicas, na Universidade de Évora. Começou o seu percurso teatral em 2016, com o espetáculo é possível respirar debaixo de água de Mário Coelho, apresentado na MANTEIGARIA. Em 2017, integra o espetáculo elena de Mário Coelho e Paisagem de Pedro Baptista, ambos apresentados na Comuna-Teatro de Pesquisa.

Francisco Sousa 
Completou o Mestrado em Teatro (Artes Performativas – Interpretação), na Escola Superior de Teatro e Cinema. Em contexto de trabalho em teatro, interpretou textos de James Barrie, Luigi Pirandello, Samuel Beckett ou Tennessee Williams e colaborou com encenadores, como por exemplo Alexandre Lyra Leite, António Simão, Bruno Bravo, Mário Coelho e Ricardo Neves- Neves. Em contexto profissional, também tem trabalhado em longas-metragens, curtasmetragens e trabalhos publicitários com realizadores como Augusto Fraga, Dennis Berry, Marco Martins, Frederico Serra e Tiago Rodrigues.

Mário Coelho 
Iniciou, em 2012, a Licenciatura em Teatro – Atores, na Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 2015, finaliza a Licenciatura, com o espetáculo Os Condenados, sob direção de Carlos Pessoa, no Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016, encena o seu primeiro espetáculo, é possível respirar debaixo de água, a partir de um texto da sua autoria, na MANTEIGARIA. Em junho de 2016, apresenta também FAKE!, uma co-criação com Ana Valentim, Mariana Ferreira e Pedro Baptista, na Rua das Gaivotas6 (e na mala voadora.porto em 2017). No final desse mesmo ano, escreve e encena o espetáculo Voltar À Terra, juntamente com Anabela Teixeira, e protagoniza Rape, de Leonardo Garibaldi, apresentado no TEC – Teatro Experimental de Cascais. Em abril de 2017, encena elena, na Comuna Teatro de Pesquisa, a partir de um texto seu; e participa enquanto intérprete nos espetáculos: Paisagem, de Pedro Baptista; Depois dos filhos da puta: Aurora e Eu não sou como tu, ambos encenações de Tiago Vieira. Em fevereiro de 2018, encena finado, a partir de um texto seu, na Rua das Gaivotas6.

Pedro Baptista 
Mestrado em Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema. Completou a Oficina de Teatro para professores/atores, dirigida por João Mota, no Teatro Nacional D. Maria II. Como intérprete, destaca: O Grande dia da batalha de Jorge Silva Melo e Máximo Gorki no Teatro Nacional D. Maria II (2018); A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimitris Dimitriádis no Teatro da Politécnica (2017); Na Margem de Lá - Um lamento de Jorge Silva Melo no TNDMII (2017); elena de Mário Coelho no Teatro da Comuna (2017); Rabbits (do qual foi também encenador) na mala voadora (2017); FAKE! (do qual foi também co-criador) na Rua das Gaivotas 6 e mala voadora (2016/17); Dois de Carmén Mesa na Comuna-Teatro de Pesquisa, no Teatro Helena Sá e Costa, entre outros (2015/16); leitura encenada de Play de Samuel Beckett e Paisagem com Argonautas de Heiner Muller no TNDMII (2015); monólogo Purgatório (criação sua) na Comuna– Teatro de Pesquisa (2014); participação em Overdrama de Chris Thorpe (mala voadora) no Teatro Maria Matos (2013); A Lã e a Neve de Madalena Victorino na Culturgest e na Fábrica Asa (2012). Como encenador, dirigiu: Paisagem (do qual foi também autor) na Comuna-Teatro de Pesquisa (2017); Rabbits (2017); NÓS ou ensaio sobre a metamorfose (do qual foi também autor) na Comuna–Teatro de Pesquisa (2013).

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