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Literatura

"O Irão escondido" – livros proibidos hoje no Irão

O Sem casas não haveria ruas prossegue a leitura de livros proibidos, censurados ou de algum modo silenciados hoje no mundo. Depois da China, da Turquia e dos EUA, vamos à República Islâmica do Irão.

17 Mai   |  18h30

Fundação José Saramago - Casa dos Bicos
Rua dos Bacalhoeiros, 10
Preço
Entrada livre


Apesar do abrandamento da repressão sobre os agentes culturais desde a eleição de Hassan Rouhani, em 2013, a manutenção da censura prévia, a hostilidade do Estado à literatura das mulheres e das minorias, a corrupção e as dificuldades económicas dificultam ainda o desenvolvimento do sector editorial na República Islâmica do Irão. Na sua longa luta pela sobrevivência, escritores e editores procuram alternativas no exílio, em edições clandestinas de pequena tiragem ou, mais recentemente, na autopublicação na Internet. E algumas livrarias arriscam vender livros proibidos, como os que escutaremos na próxima sessão pela voz de Margarida Santos Lopes Cândida Pinto.

O ciclo de leituras Sem casas não haveria ruas  é uma parceria entre a Casa Fernando Pessoa, a Fundação José Saramago  e a editora BOCA. Em 2018 damos a escutar livros censurados hoje no mundo, muitos ainda não publicados em Portugal. 

Apoio Antena 2.

Cândida Pinto é editora de Internacional da SIC e também coordenadora do programa Grande Reportagem. Já foi diretora da SIC Noticias (2001 - 2003) e fez parte da direcção do Expresso (2005 - 2008). Como repórter esteve nos últimos 20 anos em diversos palcos de conflitos e catástrofes naturais para além de acompanhar momentos eleitorais ou desenvolver outro tipo de trabalhos jornalísticos em várias zonas do mundo: Afeganistão, Angola, Arábia Saudita, Alemanha, Bolívia, Brasil, Cuba, EUA , França,Iraque, Líbia,Georgia, Kosovo, Líbano, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Ucrânia , Haiti, Paquistão,Rússia, fronteira Síria-Turquia, Koweit, Reino Unido, Hungria, Sérvia, Moçambique, Irão, etc. Esteve também em reportagem no Pólo Norte e na Antártida. Recebeu vários prémios de jornalismo nacionais e internacionais.

Margarida Santos Lopes é jornalista freelancer. Trabalhou nas agências noticiosas ANOP, NP e Lusa. Foi depois grande repórter, redactora principal e editora de política internacional no jornal PÚBLICO. É autora de dois livros, "Novo Dicionário do Islão" e "Arafat, A pedra que os palestinianos lançaram ao mundo". Estuda o Médio Oriente e o Norte de África desde 1979, o ano em que começou a sua carreira e que, curiosamente, marcou o início da República Islâmica do Irão - país que visitou três vezes. Entre as personalidades iranianas que entrevistou estão a Prémio Nobel da Paz Shirin Ebadi, a ex-imperatriz Farah Diba Pahlavi e os cineastas Hana Makhmalbaf e Bahman Ghobadi.

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