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Exposições

Pedro Calapez: Tração e Compressão simples entre limites elásticos

A Galeria Belo-Galsterer tem muito gosto em anunciar que pela ocasião do seu 5º Aniversário apresenta uma grande exposição individual da autoria de Pedro Calapez com as pinturas mais recentes do artista, criadas especialmente para esta exposição.

17 Nov a20 Jan

Galeria Belo-Galsterer
Rua Castilho 71, R/C 1250-068 Lisboa
Lisboa
Portugal


Pedro Calapez apresenta novas pinturas sobre alumínio e sobre papel que ocuparão todo o espaço da Galeria Belo-Galsterer. O artista demonstra mais uma vez o seu talento de se apoderar de um espaço e de o transformar através das suas obras de arte, ou por assim dizer, transformar o espaço numa experiência artística total.

Quase nunca planas, as suas obras, como as vimos a conhecer nos últimos anos, intervêm no lugar de exposição e emergem como volumes próprios das paredes. Pedro Calapez afirma mais uma vez o seu fascínio por encontrar novas formas e cores intrinsecamente ligados aos vários suportes utilizados.

Pinturas de grande formato sobre alumínio, numa apresentação de quase fragilidade pela forma e formato seleccionados, contrastam com peças mais pequenas do mesmo material que pontuam o espaço em zonas de confluência e passagem, ainda acompanhadas pela fragilidade e cor explosiva dos papéis que encontramos ao longo do corredor. Assim se constrói um percurso cheio de trações e compressões visuais entre os limites do espaço, o espaço da Galeria Belo-Galsterer.

Pedro Calapez (Lisboa, 1953) artista que vive e trabalha em Lisboa, começou a apresentar o seu trabalho nos anos 1970, tendo apresentado a sua primeira individual em 1982.

Desde então o seu trabalho foi mostrado em diversos museus internacionais, como CGAC – Santiago de Compostela; Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna, Lisboa; Fundación Luís Seoane, La Coruña, ES; MEIAC, Badajoz, ES; MNAC – Museu do Chiado, Lisboa; Paço Imperial de Rio de Janeiro, BR; Centro Cultural de São Paulo, BR, entre outros. Além disso trabalha com galerias que o representam não só em Portugal, mas também em países como Alemanha, Espanha, E.U.A., México e Suíça. O seu trabalho encontra-se representado em colecções como o MNCARS – Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid; Coleção do Banco Central Europeu, Frankfurt; CGAG – Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coleção Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Coleção António Cachola, Elvas; Fundação Carmona e Costa, Lisboa; Coleção do Chase Manhattan Bank, NY; Fundación Coca-Cola, Madrid; FLAD, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Portugal Telecom, Lisboa; ou do European Investment Bank, Luxemburgo.

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