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Exposições

Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, de Alberto Carneiro

Instalação difícil de produzir porque inteiramente dependente do ciclo da Natureza, não é vista desde 1991. 

Campo antes da colheita, Montalegre, 27 de junho de 2017

23 Jul a1 Out

Culturgest - Porto
Avenida dos Aliados, nº104 - 4000-065 Porto
Preço
Entrada livre

 

Curadoria Delfim Sardo

Alberto Carneiro (Coronado, 1938 – Porto, 2017) realizou três instalações que foram determinantes para o seu percurso e para toda a arte portuguesa posterior – O Canavial: memória-metamorfose de um corpo ausente, de 1968, Uma floresta para os teus sonhos, de 1970, e Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, de 1973-1976. As três obras compõem situações telúricas nas quais a presença do campo, recriado no espaço expositivo pela rigorosa e cuidadosa organização de elementos do ciclo da natureza, produzem para o espectador máquinas de viajar no tempo e no espaço.


A última destas peças, muito mais difícil de produzir porque inteiramente dependente do ciclo da Natureza, não é vista desde 1991. Para esta apresentação no Porto foi necessário reservar um campo que, em outubro, foi semeado de centeio.

Trata-se de uma oportunidade rara de fruir a envolvência e a poética de Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, numa circunstância em que é possível ver, na exposição Simultânea, na Culturgest em Lisboa, as outras instalações de referência do artista.

Durante a exposição será produzido um catálogo com documentação sobre as três instalações.

Inauguração: 

sábado, 22 de julho, 17h
Estando dependente do ciclo da Natureza, a inauguração da instalação de Alberto Carneiro foi adiada para o dia 22 de julho, pelas 17h.

Novo horário da Galeria: 
De quarta-feira a domingo, das 12h30 às 19h30. 

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