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Três curtas portuguesas na competição oficial do Festival de Berlim

David Pinheiro Vicente, João Salaviza, e João Viana levam as suas curtas-metragens à Berlinale 2018, que decorre entre 15 e 25 de fevereiro.

Onde o Verão Vai (episódios da juventude) | DR


A 68.ª edição do Festival de Cinema de Berlim conta três curtas-metragens portugueses entre as 22 da competição oficialque deu o Urso de Ouro no ano passado a Diogo Costa Amarante, com Cidade Pequena, que este ano integra o júri, em 2016 a Leonor Teles, com Balada de um Batráquioe, em 2012, a João Salaviza, com Rafa, que este ano regressa ao festival, depois de no ano passado ali ter apresentado Altas Cidades de Ossadas. Este ano o festival decorre entre 15 e 25 de fevereiro.

Salaviza, que nasceu em 1984, regressa agora à capital alemã com Russa, que assina com Ricardo Alves Jr., filmado no Bairro do Aleixo, no Porto. O filme surge de uma residência artística feita a convite da Câmara Municipal do Porto para o projeto Cultura em Expansão. O filme mostra o regresso de Russa àquele bairro que deixara para trás.

Outra das curtas-metragens em competição é Madness, de João Viana, produzido pela Papaveronoir, fundada em 2009 pelo próprio realizador, em coprodução com a Les Films de L' Apres Midi, e financiado pelo ICA. O realizador, nascido em 1966, regressa também a Berlim, depois de ter levado Tabatô ao festival em 2013. João Viana também regressa ao festival de Berlim, cinco anos depois de ter exibido Tabatô, nomeado para o Urso de Ouro, e A batalha de Tabatô, distinguido com o prémio de melhor estreia.

Onde o Verão Vai (episódios da juventude), de David Pinheiro Vicente, é uma produção da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (ESTC), produzida em contexto escolar. Esta é a primeira vez que a escola vê uma curta-metragem selecionada para este festival. Onde o Verão Vai (episódios da juventude) é distribuído pela Portugal Film - Agência Internacional de Cinema Português, que em comunicado descreve esta obra como um filme "obre a frescura da juventude, o desejo de se descobrir a si próprio no meio dos outros, o poder e a magia da Natureza e sobre os que caminham sem rumo".

"As curtas-metragens da competição internacional deste ano olham a realidade de frente e contribuem ativamente para o atual debate sociopolítico. (...) Com determinação, os realizadores captam pequenos momentos, histórias e assuntos locais e relacionam-nos com acontecimentos de grande impacto", lê-se no comunicado do festival.


por Lusa e Diário de Notícias | 10 de janeiro de 2018
Notícia no âmbito da parceria Centro Nacional de Cultura | Jornal Diário de Notícias

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